Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Cannes 2009

A 56º versão do maior festival publicitário do mundo, o Cannes Lions, muito provavelmente marcou o começo de uma nova era do evento, com números mais modestos em termos de inscrições e participantes, mas com maior qualidade de seminários e workshops, mais trabalho e menos festas. Os resultados, por seu turno, revelam uma aproximação cada vez maior entre as plataformas, mídias e formatos publicitários, com a crescente necessidade de se produzir comunicação ao mesmo tempo interessante e relevante para o público alvo, original e pertinente para a marca, forte o suficiente para escapar da mesmice que massacra a atividade em todos os cantos do planeta.

O Brasil foi bem e mal este ano. Bem porque duas agências locais fizerem o maior sucesso, como as mais premiadas de todo o mundo, inclusive trazendo pela quinta vez para o país o título de Agency of the Year, outorgado à DM9DDB. Bem porque ganhou seu primeiro Leão de Ouro em Media (para um trabalho da Lew Lara/TBWA), destacou-se como uma das principais forças em Design e garantiu um Leão na nova área de PR (projeto da LiveAd). Mal porque permaneceu fraco em Direct e Promo, não se recuperou em Cyber e Film e continua fora da lista de finalistas e premiados em Titanium & Integrated. Mal também porque saiu da quarta posição entre os países mais premiados e foi para o quinto lugar.

A liderança continuou com os Estados Unidos, posicionando-se o Reino Unido e a Alemanha em na sequência (ambos países trocando de posição em relação a 2008). A Austrália subiu três posições e ocupou o lugar que foi do Brasil nos últimos dois anos.

Para saber quem foram os finalistas do Festival de Cannes, acesse: www.portaldapropaganda.com.br.

Skol vai comemorar o Dia do Amigo

Amizade é o novo tema da campanha da Skol em homenagem ao Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho. A marca preparou uma série de ações para convidar as pessoas a confraternizarem juntas. A estratégia conta com comercial, criado pela F/Nazca S&S, concurso recreativo, material de ponto-de-venda, anúncio em jornal e revista, spot, peças para internet, mídia exterior e hotsite.

Fonte: Portal da Propaganda

Vivaaaa!!!!

Olá blogueiros de plantão!
Agora é TUDO NOVO DE NOVO. Apresentei semana passada o meu projeto de final de curso e... passeeeeiiii! E como se isso não bastasse, tirei (eu e minha equipe) a nota máxima: 10! É muita alegria para uma pessoa só, rs. Estou super, hiper, mega feliz em concluir a facul...o curso que escolhi pra seguir carreira o resto da vida! É tudo de bom!
Bom, mas lhes escrevo hoje para dizer que vou dar uma atenção maior para o meu blog, depois de todo esse tempo de abandono devido a dedicação total ao projeto e aos estresses que ele me proporcionou, grrr! Claro que não será uma dedicação 100%, afinal alguém precisa trabalhar né?! huahuahuhaua!!!

Obrigada a todos pela compreensão!
Bjinhos =D

Sábado, 25 de Abril de 2009

Olha que essa moda pega!!!

O Cabide Ecológico é um novo conceito de in-home media oferecido pela Simcom...são cabides ecológicos e recicláveis, com a finalidade de divulgar a marca do cliente com garantia de visibilidade, de forma versátil e criativa.
Além disso, eles são distribuídos gratuitamente as lavanderias, ou seja, custo zero. A responsabilidade é da Simcom que distribuí para as lavanderias associadas por todo Brasil.
Funciona da seguinte forma, as organizações interessadas em anunciar selecionam a distribuição geográfica conforme a abrangência da campanha, então além de um novo conceito de mídia, a imagem do cabide permite associar à imagem de qualquer empresa a questão da preservação ambiental.
Muito bacana, não?!





Fonte: www.cabideecologico.com.br

Domingo, 5 de Abril de 2009

Marca em Cena

Rafael Perry, responsável pela captação do Festival de Curitiba: em vez de cotas, “soluções de comunicação”



Festival de Curitiba, que encerrou sua 18º edição, é financiado quase que totalmente pelo patrocínio de empresas privadas via Lei Rouanet de incentivo à cultura. O valor exato do apoio é mantido em segredo pela organização do evento, mas o pedido feito ao Ministério da Cultura soma R$ 4 milhões. Fechadas as cortinas, fica a questão: qual o retorno de investimento para as marcas?

“Você pode medir o retorno de mídia espontânea, os números da bilheteria ou criar outros parâmetros. Mas o retorno mais importante de patrocínios como este, sem dúvida, está no capital social que você acrescenta à marca”, defende o professor e diretor de marketing da Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM), Emmanuel Publio Dias. “O público recebe isso, digere e devolve como uma percepção positiva que ele adiciona à marca.”

Essa é justamente a aposta do Itaú, maior patrocinador do Festival de Curitiba, e que também tem sua marca associada a outros grandes eventos, como o carnaval de Salvador, e, a partir deste ano, à seleção brasileira de futebol. “Esse tipo de investimento é um pilar fundamental na nossa estratégia de construção da marca, além de uma forma de participar da vida cultural do estado”, diz a diretora de marketing do Itaú, Cristiane Magalhães.

O banco não divulga os valores investidos, mas segundo a diretora os patrocínios representam cerca de 12% da verba de marketing da instituição – o que não leva em conta a divisão Itaú Cultural.

No caso da Spaipa, fabricante Coca-Cola para o Paraná e interior de São Paulo, as verbas de patrocínio ficam em torno de 5% do orçamento de marketing, segundo a gerente de comunicação Eloísa Forte Laranja. Eloísa faz uma lista de parâmetros para medir o retorno do investimento em patrocínios – como número de espectadores e retorno de mídia – mas destaca a importância da exposição da marca junto ao seu público-alvo. “Para investirmos em determinado projeto ou evento, ele tem que estar adequado ao plano da marca na naquele momento.”

No caso específico do Festival de Curitiba, a marca que assina o patrocínio é a cerveja Heineken. “O público do Festival é o mesmo da marca: maduro, que consome boa cultura e atualizado com o que há de mais moderno. Então, faz sentido conversamos com ele”, aposta Eloísa.

A Heineken é a bebida oficial do evento e está presente com diversas ações – nos locais da mostra oficial, por exemplo, foi montado um bar em formato de cubo de gelo para servir os espectadores.

Para o responsável pela captação de patrocínios do festival, Rafael Perry, o retorno do investimento para os apoiadores é garantido por ações específicas para cada marca. “Em vez de levarmos uma cota de patrocínio, levamos uma solução de marketing e comunicação para cada empresa. Uma forma para que elas participem de um grande evento, que envolve a cidade inteira e gera uma experiência para as pessoas. Os conceitos de inovação, criatividade e emoção ligados ao festival são transferidos para a marca.”

Na Kraft Foods Brasil, os investimentos em patrocínio são feitos com verbas de marketing destinadas a cada uma das suas marcas ou, institucionalmente, por meio de leis de incentivo. “O retorno está na consolidação da imagem corporativa da empresa, mas também em levar os benefícios para as comunidades nas quais atuamos”, diz.

4 Ps

Para o professor Publio Dias, da ESPM, a comunicação de uma marca se faz em várias “arenas” – publicidade, internet, patrocínios, nos pontos de venda e com entretenimento. “Uma boa comunicação é aquela que consegue estar presente nessas diversas arenas com uma linguagem que o público gosta de ler”, diz. E, segundo o professor, o espaço do entretenimento é um dos mais completos neste sentido, já que inclui os chamados “quatro Ps” do marketing: produto, distribuição (“placement”, em inglês), promoção e preço – no qual se inclui justamente a questão o conceito de capital social, do valor adicionado a uma marca.

“E aqui, é a sensibilidade que define as grandes sacadas”, diz o professor, citando a história do próprio Festival de Curitiba. “O Bamerindus apoiou o primeiro festival. Lembro bem que o Leandro [Knopfholz, um dos idealizadores do evento] chegou para conversar com o Sérgio Reis [então diretor de marketing do banco] de calça jeans, camiseta e sandália, sem nenhum papel na mão, mas com a ideia.” O que conta contou, lembra o professor, foi a aposta e a sensibilidade. “Com esse mesmo conceito, o Corinthians foi buscar o Ronaldo. Como aposta de marketing, foi sem dúvida um grande acerto”, diz.

Fonte: Gazeta do povo Online - 27/03/2009