A 56º versão do maior festival publicitário do mundo, o Cannes Lions, muito provavelmente marcou o começo de uma nova era do evento, com números mais modestos em termos de inscrições e participantes, mas com maior qualidade de seminários e workshops, mais trabalho e menos festas. Os resultados, por seu turno, revelam uma aproximação cada vez maior entre as plataformas, mídias e formatos publicitários, com a crescente necessidade de se produzir comunicação ao mesmo tempo interessante e relevante para o público alvo, original e pertinente para a marca, forte o suficiente para escapar da mesmice que massacra a atividade em todos os cantos do planeta.O Brasil foi bem e mal este ano. Bem porque duas agências locais fizerem o maior sucesso, como as mais premiadas de todo o mundo, inclusive trazendo pela quinta vez para o país o título de Agency of the Year, outorgado à DM9DDB. Bem porque ganhou seu primeiro Leão de Ouro em Media (para um trabalho da Lew Lara/TBWA), destacou-se como uma das principais forças em Design e garantiu um Leão na nova área de PR (projeto da LiveAd). Mal porque permaneceu fraco em Direct e Promo, não se recuperou em Cyber e Film e continua fora da lista de finalistas e premiados em Titanium & Integrated. Mal também porque saiu da quarta posição entre os países mais premiados e foi para o quinto lugar.
A liderança continuou com os Estados Unidos, posicionando-se o Reino Unido e a Alemanha em na sequência (ambos países trocando de posição em relação a 2008). A Austrália subiu três posições e ocupou o lugar que foi do Brasil nos últimos dois anos.
Para saber quem foram os finalistas do Festival de Cannes, acesse: www.portaldapropaganda.com.br.

















1 comentários:
eiii
fazia tempo q naum passava
cannes foi bom...curti os ouros do brasil...ficamos bem
passa la nu blog
bjoo
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